4 de abr. de 2013

Livros: A CIDADE-ESTADO ANTIGA

O A Cidade-Estado Antiga, do professor Ciro Flamarion Cardoso, nos faz mergulhar neste importante período da Antiguidade Clássica para podermos entender conceitos muito atuais como por exemplo cidadania, participação política, democracia, que se formaram no período de que trata este livro - o das Cidades-Estados da antiguidade clássica.


Naquele mundo das cidades gregas independentes e da República romana, todos estariam de acordo com a ideia de Aristóteles quanto a ser o homem um animal cuja finalidade consiste em viver, como cidadão, uma vida associativa numa cidade-Estado e com a crença de que no Estado imperam as leis, não os homens. Tão belo ideal excluía, entretanto, as mulheres, os escravos e os estrangeiros domiciliados e não impediu longas e sangrentas lutas, em função das quais a natureza da cidade-Estado antiga transformou-se mais de uma vez. 

Um clássico indicado em diversas bibliografias e cursos de História Antiga.

Veja aqui uma entrevista com o autor.

(fonte: Livro Grécia e Roma, de Pedro Paulo Funari)

3 de abr. de 2013

Museus: GUGGENHEIM MUSEUMS

Guggenheim Foundation Global NetworkFundação Guggenheim busca promover a compreensão e apreciação da arte, principalmente dos períodos moderno e contemporâneo, através de exposições, programas de educação, iniciativas de pesquisa e publicações. A rede global (GUGGENHEIM MUSEUMS) começou em 1970, quando o Museu Solomon R. Guggenheim, em Nova York, juntou-se a Peggy Guggenheim Collection, em Veneza, foi expandido para incluir o Museu Guggenheim Bilbao (inaugurado em 1997), o Deutsche Guggenheim em Berlim (1997 - 2013), e do Guggenheim Abu Dhabi, o mais recente. Cada museu tem sua característica arquitetônica própria.

O site permite que você explore as coleções individualmente, basta escolher o museu: Nova York, Veneza ou Bilbao

Aproveite.


Núcleos de pesquisa: CIAC - CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM ARTES E COMUNICAÇÃO

CIAC 
O CIAC - CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM ARTES E COMUNICAÇÃO, grupo criado na Universidade do Algarve, tem como objetivo desenvolver investigação aplicada e redes de investigação em artes e comunicação, implementar laboratórios de criação artística nas áreas do Teatro, Cinema e outras artes, com enfoque na região do Mediterrâneo.  Conheça mais sobre o CIAC.

O site traz informações sobre as publicações do CIAC, tais como as Atas das jornadas, a coleção Humanitas e a revista. Também fornece acesso à produção científica do grupo, como resultados do CIAC por ano, publicações, conferências, projetos nacionais e internacionais e exposições.

Acesse e explore o material
 

2 de abr. de 2013

Arquivos digitais: FUNDAÇÃO CASA DE JORGE AMADO

A Fundação Casa de Jorge Amado tem por objetivo preservar, pesquisar e divulgar os acervos bibliográficos e artísticos de Jorge Amado, além de incentivar e apoiar estudos e pesquisas sobre a vida do escritor e sobre a arte e literatura baianas.

No site você pode encontrar o catálogo com informação dos documentos que compõem o acervo, vídeos, fotografias e trabalhos acadêmicos já realizados sobre as obras do autor baiano.

Muito interessante é a disponibilização dos originais de algumas obras, com anotações, rabiscos e muito mais. 

Visite.


(fonte: RHBN, no. 84, setembro/2012)

1 de abr. de 2013

Filmes: ELIZABETH e ELIZABETH, A ERA DE OURO

Dois filmes que merecem ser indicados juntos, pois cada um apresenta uma faceta e um período da criação de um mito: a Rainha Elizabeth I, da Inglaterra, que reinou de 1558 até sua morte em 1603. 

Elizabeth: A Era de Ouro (2007) PosterO primeiro é Elizabeth (1998), que mostra a chegada ao poder da "bastarda" e as dificuldades para se firmar como rainha e as renúncias que ela deve fazer para se manter no poder. A questão da criação do mito é essencial na obra. Veja o trailer.

O segundo, Elizabeth: A era de ouro (Elizabeth: The Golden Age, 2007), mostra as lutas da rainha contra os católicos que podem acabar com o seu reinado e com a liberdade de seu povo (é uma fala dela no filme). É a representação do declínio de um império e o início de outro. O mito novamente é peça fundamental. Veja o trailer.

Esta rainha já foi objeto de muitas interpretações cinematográficas, mas estas duas produções merecem ser vistas, principalmente, pela questão do sacrifício feminino para chegar ao poder e também pela interessante representação do extremismo religioso dos católicos (eles são sempre o mal...).

Veja este interessante artigo, publicado pela Universidade de Algarves, que analisa a representação de Elizabeth no cinema e na TV.


29 de mar. de 2013

Núcleos de pesquisa: LAOP - LABORATÓRIO DO ANTIGO ORIENTE-PRÓXIMO

O LAOP – Laboratório do Antigo Oriente-Próximo, vinculado ao Departamento de História da USP, é um núcleo que tem como objetivo promover atividades acadêmicas visando o incremento da pesquisa que tenham o Antigo Oriente-Próximo como sua área de interesse, sob ótica histórica, linguística, arqueológica ou outra. 

Os seus horizontes são vastos e diversificados, abarcando as sociedades antigas da Mesopotâmia, do Egito, da Anatólia, da região Siro-Palestina, da Pérsia etc., cobrindo, assim, milênios de história da experiência humana. 

O site tem poucas informações disponibilizadas (principalmente, os membros do núcleo e os eventos), mas é uma forma de manter contato com outros estudiosos da sua área. Visite!

28 de mar. de 2013

Livros: A INVENÇÃO DAS TRADIÇÕES

O livro A INVENÇÃO DAS TRADIÇÕES (Editora Paz e Terra, 400 pg.), organizado por Eric Hobsbawm e Terence Ranger, é um clássico, reeditado em 2012, que traz para discussão o universo das tradições culturais, religiosas, políticas e até esportivas. Um assunto muito interessante que auxilia na abordagem de assuntos como memória, dos símbolos e dos meios utilizados por nações e grupos sociais para criar uma identidade.

Os autores mostram como a "tradição" - base do nacionalismo e "prova" de uma espécie de antiga e inatacável superioridade dos povos - é uma construção, algo criada, inventada. Tradições que parecem ou são consideradas antigas, em sua maioria, são bastante recentes, quando não inventadas. São 7 capítulos, com uma introdução dos autores no qual discutem o conceito de tradição, e nos outros são analisados casos como o saiote escocês e a realeza inglesa.

Este texto analisa a produção historiográfica de Hobsbawn, inclusive o livro aqui citado.