O filme nos apresenta a pensadora que causou grande polêmica com seus artigos sobre o caso, mas também a figura humana, a mulher, a professora, a pensadora, a aluna, a amiga. Todas estão ali.
Outra questão interessante do filme é não utilizar um ator para representar Eichmann, mas as cenas de arquivo do julgamento.
Veja aqui uma opinião sobre o filme de Celso Lafer, estudioso e ex-aluno de Hannah. Veja também esta entrevista (com legendas em inglês) com própria Arendt.