
Utilizando das fontes do julgamento (que no pós-escrito merecem uma análise interessante), Arendt mescla a descrição do julgamento, sua análise e reflexão filosófica sobre o genocídio nazista, seus responsáveis, colaboradores e sobre a figura central no julgamento, um funcionário-padrão, figura que representaria "a banalidade do mal".
Nos 27 capítulos Hannah Arendt descortina o julgamento em si e ao mesmo tempo nos leva a refletir e conhecer as diversas fases de atuação do 3o. Reich frente aos judeus, culminando com a Solução Final. São ainda analisados como diversos países, aliados ou invadidos pelos alemães, trataram a questão do povo judaico.
Leia resenha da obra, dissertação que analisa a obra em relação aos demais escritos e posição política de Hannah Arendt e artigo que analisa o sentido de banalidade do mal.
Imperdível e impactante.