
O diretor não deixa esquecer a questão do imperialismo francês na África (no caso na Argélia), da dificuldade que temos em aceita posições de neutralidade e também do ser humano que existe dentro de qualquer vestimenta (seja um hábito de monge, um uniforme do exército, um "uniforme" de muçulmano extremista - preste atenção na cena do Natal).
Leia aqui artigos divulgados na Revista da Unisinos sobre o filme. Veja aqui entrevista com um dos monges sobreviventes.