
O filme vai muito além da questão do amor entre a rainha e sua dama de companhia, ao inserir o personagem de Rene Descartes como conselheiro da rainha e as trocas de correspondências entre eles. Permite discussões sobre conhecimento, tolerância religiosa e sobre as guerras religiosas do século XVII.
Para quem tem interesse de pesquisar, um ponto interessante é a comparação com o filme de Greta Garbo de 1933.
Leia artigo sobre Descartes e outro que utiliza o filme de Garbo na análise de questões de gênero no cinema hollywoodiano.